Será que o euro, que se tornou a moeda mais forte, continuará em alta no horário dos EUA? É preciso ficar atento à continuidade dessa tendência.
04.03.2025
- Japão – Investimento em ativos fixos no 4º trimestre
- Nova Zelândia – Licença de construção residencial
No dia anterior, o dólar americano caiu em relação ao iene, apesar de o Índice de Gerentes de Compras (PMI) dos EUA de fevereiro, divulgado ontem, ter se recuperado de 51,6 para 52,7. Ao contrário de outros pares de moedas com o iene, o par USD/JPY caiu de 151,297 para 149,112. No gráfico de 1 hora, a média móvel de 20 períodos (20MA) passou de uma posição superior para uma inferior.No gráfico de 4 horas, o preço está recuando com a média móvel de 75 (75MA) atuando como zona de resistência, enquanto no gráfico diário, o preço está em queda ao tocar novamente a linha de suporte da média móvel de 200 (200SMA), que já havia sido rompida.
As moedas europeias registraram forte alta no horário dos EUA. O par euro/dólar subiu de 1,0389 para 1,0505. O corpo da vela ultrapassou a linha de resistência da média móvel de 200 períodos (200SMA) no gráfico de 1 hora. No gráfico de 4 horas, observa-se uma recuperação a partir da média móvel de 200 períodos (200MA), enquanto no gráfico diário a oscilação na mesma faixa de preço já se mantém há cerca de 10 dias úteis. É importante acompanhar se a alta do euro continuará neste ritmo.
Os indicadores de hoje são: às 6h45, licenças de construção residencial da Nova Zelândia; às 8h30, estatísticas de emprego do Japão; às 8h50, investimento em ativos fixos do 4º trimestre do Japão e base monetária do Japão; às 9h30, balança corrente da Austrália;Austrália: vendas no varejo; Coreia do Sul: PMI do setor manufatureiro; Austrália: divulgação da ata do RBA; às 14h00: Japão: índice de confiança do consumidor; às 16h45: França: saldo orçamentário; às 18h30: África do Sul: PIB real; às 19h00: Europa: estatísticas de emprego; às 28h20: EUA: declarações de Williams, presidente do Fed de Nova York.Fica a atenção voltada para a continuidade da alta do euro, que se tornou a moeda mais forte, durante o horário dos EUA.
