É preciso ficar atento à tendência do par libra-dólar, cujas novas mínimas anuais não param de ser registradas
02.09.2022
- Estatísticas de emprego dos EUA
- Índice de Preços ao Produtor da Europa
Ontem, as moedas dos EUA subiram porque o Índice ISM de Atividade Industrial dos EUA de agosto, divulgado ontem, contrariando as expectativas do mercado, ficou em 52,8, o mesmo valor do mês anterior. O par libra esterlina/dólar americano caiu cerca de 120 pips, de 1,1620 para 1,1498.O par libra-dólar vem atualizando continuamente suas mínimas deste ano e está a poucos passos da mínima de 1,1433 registrada em março de 2020; portanto, é importante ficar atento às oscilações de preço relacionadas às notícias sobre o novo líder do partido britânico, que serão divulgadas no início da semana.
Entre as moedas europeias, a libra se saiu bem em relação às moedas da Oceania, que apresentam pouca oscilação, e o par libra/dólar australiano oscilou entre 1,6910 e 1,7032.Enquanto o preço do petróleo bruto registrava queda pelo terceiro dia consecutivo e as moedas da Oceania apresentavam desempenho fraco, a libra, apesar de mostrar sinais de fraqueza, acabou levando ligeiramente a melhor. O par libra esterlina/dólar australiano está formando um padrão de consolidação no gráfico de 4 horas, mas, como os mínimos vêm se elevando, vale a pena ficar atento ao potencial de alta à medida que o mercado europeu entra em ação.
Hoje, no horário da Ásia, às 15h00, será divulgada a balança comercial da Alemanha; às 15h30, o número de empregados no setor não agrícola da Suíça no segundo trimestre; às 15h45, o saldo orçamentário da França; e, no horário da Europa, às 17h00, a taxa de desemprego da Noruega; às 18h00, oÍndice de Preços ao Produtor da União Europeia, às 21h00 a produção industrial do Brasil; e, no horário dos EUA, às 21h30 o índice de produtividade do trabalho do Canadá no segundo trimestre e as estatísticas de emprego dos EUA, e às 23h00 o índice de encomendas do setor manufatureiro dos EUA. É importante acompanhar de perto a tendência da libra esterlina em relação ao dólar americano, que não para de bater novas mínimas este ano.
